Imagem de Paraty, Estado do Rio de Janeiro, Brasil

Paraty: uma joia entre a mata e o mar

Conhecer (bem) a histórica Paraty não cabe em um único fim de semana. Mas tudo depende do tipo de viagem que você tem em mente. Passear, comer, beber, comprar? Ela é como um shopping a céu aberto, cheio de tudo o que você quer, em um cenário maravilhoso. Descobrir os mares, as ilhas e mergulhar? São cerca de 65 ilhas espalhadas pela costa. Sair remando em um stand up paddle? A maioria das praias tem águas bem tranquilas. Curtir uma praia? São quase 300…

Vista do mar em Paraty
Paraty vista do mar.
Crédito: viajenaviagem.com/google

Esses highlights foram escolhidos a muitas mãos. Cornélia de Mendonça mudou-se para Paraty quando quem trocava São Paulo ia para Paris, Londres ou Nova York, ela acionou a amiga Jade Veronese, que sabe tudo sobre as bacanezas da cidade. 

Casada com um apaixonado por esportes, barcos e mar, Tiche Mangabeira navegou por cada canto do litoral e das ilhas entre Santos e Angra dos Reis, pedaço que conhece como ninguém. 

Depois de muitos anos vivendo na França, Tetê Etrusco voltou para o Brasil e escolheu Paraty para ser sua casa, e abriu as portas da pousada Casa Turquesa Maison d’Hôte, a mais estrelada da cidade, onde recebe finos e chiques hóspedes nacionais e muitos estrangeiros. 

Juntos montamos o roteiro mais High da cidade de casario de arquitetura portuguesa, ruas calçadas com pedras irregulares, por onde circulava o ouro extraído nas Minas Gerais e que tinha como destino a Corte portuguesa. 

Paraty viveu alguns períodos de glória, outros de esquecimento. 

O primeiro deles foi o Ciclo do Ouro, depois veio o da Cana de Açúcar e o da Aguardente, e eram tantos alambiques que Paraty virou sinônimo de pinga, cachaça, caninha – “invés de tomar chá com torrada ele bebeu Parati”, diz a letra de “Camisa Listrada”, composição de Assis Valente e interpretada por Carmem Miranda, Maria Bethânia, Chico Buarque, para citar alguns.

Ruínas do antigo engenho de cana de açúcar em Paraty
Ruínas do antigo engenho de cana de açúcar.
Crédito: spguia.melhoresdestinos.com.br/Monique Renne/Google

Depois de anos de esquecimento, Paraty foi redescoberta em 1964, quando da reabertura da rodovia que liga Cunha a Paraty, uma serra cheia de manhas, que não impediu o acesso dos primeiros turistas. 

Com a posterior abertura da rodovia Rio-Santos, a pequena joia a beira-mar chamou a atenção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, sendo tomada em 1958. Em 2019 foi declarada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, por sua biodiversidade excepcional. 

Lá pela década de 1970, pintores, escritores e atores escolheram a cidade para se instalar (o ator Paulo Autran foi um deles), pousadas bacanas abriram suas portas, restaurantes estrelados encantaram os paladares mais exigentes, as antiguidades e o artesanato local caíram no gosto dos visitantes.

Ruas em Paraty com calçamento pé de moleque
Ruas com calçamento pé de moleque, pedras irregulares pelo tempo.
Crédito: voltologo.net/google

Tendo o verde da Mata Atlântica de um lado e o mar do outro, passear a pé (é proibida a entrada de carros no Centro Histórico) pelas vielas que remetem a outros tempos, entrando numa lojinha aqui, parando para um chopinho ali, tomando um sorvete, entrou para os destinos turísticos nacionais e internacionais. 

História de Paraty

Seria um contrassenso não contar um pouco da história de Paraty, uma de nossas mais importantes cidades históricas. Ou não?

Pra começo de conversa, você sabe o que significa Paraty? Na língua tupi é a junção das palavras parati (espécie de peixe) e ‘y (rio). Ou seja: rio dos peixes.

Os primeiros habitantes foram os índios Guaianás, que abriram a trilha que ligava o mar ao vale do Paraíba, depois foram os Tamoios e os Tupinambás, conforme relato de Hans Staden em seu História verdadeira e descrição de um país de selvagens…“, escrito em 1557.

Visual do alto do Parque Nacional em Paraty
O visual do alto do Parque Nacional.
Crédito: trilhandomontanhas.com/google

Os portugueses que aportaram por aqui ergueram seu primeiro povoamento às margens do rio Perequê-Açu, até que uma certa senhora, Maria Jácome de Melo doou uma sesmaria situada entre o Perequê-açu e o rio Patitiba para a instalação de um povoado.

A doação respeitou duas condições: que os indígenas não fossem molestados nem expulsos, e fosse erguida uma capela em homenagem a Nossa Senhora dos Remédios. É nessa sesmaria que fica o hoje Centro Histórico.

Centro Histórico em Paraty
Centro Histórico, onde tudo começou.
Crédito: Paraty.com.br/google

Considerada pelo jornal americano The New York Times como o destino cultural mais rico da Costa Verde, Paraty está rodeada de Parques e Reservas Ecológicas que formam o Parque Nacional da Serra da Bocaina, e abrigam uma enorme quantidade de cachoeiras, praias e baías, muitas delas de difícil acesso por terra.

Andar pelas trilhas que existem dentro da mata fechada pode levar dias, e é um programa de beleza ímpar para amantes da natureza, pela variedade da flora e fauna. Mas nunca vá desacompanhado, sempre faça as trilhas com um guia. 

O roteiro mais tradicional entre os praticantes de caminhadas é a Travessia da Juatinga, costeando toda a Península da Juatinga, por trilhas de servidão que datam do tempo dos escravos e passando por diversas comunidades caiçaras, responsáveis pela hospedagem e um bom prato feito caseiro para os andarilhos.

Cachoeiras escondidas na Mata Atlântica em Paraty
Cachoeiras escondidas na Mata Atlântica.
Crédito: icmbio.gov.br/google

As praias são muitas, talvez seja impossível conhecer todas elas. As mais famosas são as cinco praias da Vila de Trindade (parte do Parque) e as três praias (consideradas as mais lindas de Paraty) que compõe o Condomínio de Laranjeiras, o condomínio fechado e exclusivo mais sofisticado da região. 

Um pouco antes da portaria do condomínio, ao pé de uma serrinha, fica o píer de onde saem barcos para a praia do Sono

As mais belas praias de Paraty

Dizem que são cerca de 300 praias na região de Paraty e suas ilhas, algumas com acesso somente por barco. Só a baía abriga mais de 60 delas. Entre tantas opções há de ter uma para chamar de queridinha.

Quem navega pelos mares entre Santos e Angra dos Reis (como nossa colaboradora para assuntos náuticos), não titubeia ao afirmar que “Sim! Esse é o trecho do litoral mais bonito do Brasil” (com o perdão dos nordestinos donos de uma costa de tirar o fôlego). 

E recomenda: se você não tiver barco, alugue uma escuna ou uma lancha para você, sua família e amigos, escolha o seu destino (se quer praias de areias fofas para relaxar, praticar snorkel, mergulhar, ou simplesmente ancorar numa praia deserta para almoçar), o que vocês vão comer a bordo, onde parar, e relaxe. Os marinheiros de plantão conhecem aquele mar como a palma da mão. 

As escunas são mais lentas e os passeios acabam sendo mais perto. Se quiser se aventurar para longe da costa, escolha uma lancha, que é mais rápida e igualmente confortável.

Entre os destinos mais comuns para se visitar, prefira a Ilha Comprida, para ver centenas de peixes multicoloridos num mergulho do snorkel, a Ilha Grande, a Praia do Sono e o Saco do Mamanguá.

Praia do Sono em Paraty
Praia do Sono: uma faixa de areia e quase ninguém.
Crédito: Paraty.com/Google

A Vila de Trindade fica pertinho de Paraty, tem fácil acesso, o que pode significar muita gente. Em todo caso, saiba que além da Praia do CachadaçoPraia do MeioPraia de Fora (ou Praia dos Ranchos), Praia do Cepilho e Praia Brava, todas lindas, é lá que fica a famosa piscina natural do Cachadaço. E que pouco depois, quem atrai a atenção é a selvagem praia do Sono

Para os amantes das trilhas e caminhadas, essa é uma opção e você pode conhecer, também, as praias Antigo, Antiguinhos e a Ponta Negra. Os mais apressados podem alugar um barco na Praia do Meio em Trindade.

Praia do Meio em Paraty
Praia do Meio, em Trindade.
Crédito: pousadasemtrindade.com/google

A Praia do Engenho, parte do Saco do Mamanguá, é bem exclusiva e passa longe do roteiro das escunas e dos turistas. A praia de areia fina tem como estrela uma amendoeira que oferece farta sombra. Caminhando para dentro da mata, encontram-se as ruínas de um antigo engenho de açúcar. 

Amendoeira do Engenho, em Paraty

O Saco do Mamanguá é um paraíso de sossego, uma vez que nenhuma escuna chega até lá e são poucos os barcos que se aventuram por sua entrada estreita. Por ser o único fiorde brasileiro, gera curiosidade, mas é preciso subir até o topo do morro do Pão de Açúcar para se admirar a vista. Haja fôlego… 

Saco do Mamanguá visto do alto, em Paraty
Saco do Mamanguá visto do alto.
Crédito: viajeali.com.br/google

O Saco do Céu tem a forma um saco, com uma boca pequena voltada para a Enseada das Estrelas, na Ilha Grande.  É um santuário ecológico de mar calmo como um lago e nas noites de céu claro, as estrelas se refletem na água num balé de rara beleza. 

Além disso, a Ilha Grande também é um lugar bom de atracar para quem vai dormir no barco, mas no verão é bastante visitado. Era aqui, que no passado, piratas se escondiam para assaltar as riquezas das naus portuguesas. 

Saco do Céu, na Ilha Grande, em Paraty
Saco do Céu, na Ilha Grande.
Crédito: ilhagrande.com.br

Paraty tem tudo

Basta andar pelo Centro de Paraty, dentro dos limites das correntes, já que os carros são proibidos nessa parte da cidade, para perceber que Paraty tem de tudo: a história gravada no calçamento das ruas, nas paredes das casas, nas igrejas, no ar que se respira. 

E também tem os restaurantes, os bares, as compras, os livros, os eventos, a cachaça, o artesanato, as pousadas bacanas…

O casario típico dos séculos 17 e 18, em Paraty
O casario típico dos séculos 17 e 18, com a Serra do Mar ao fundo.
Crédito: viagens.com.br/google

E é só caminhando pelas ruas de pé de moleque (esqueça os sapatos de salto de qualquer altura, é impossível andar com eles nesse calçamento), que você vai descobrir o que mais te atrai em Paraty.

As centenas de restaurantes com sotaques variados de altíssima qualidade, e também muita comida da terra; os quiosques mais simples com comidas divinas; os bares que oferecem dezenas de rótulos de cerveja artesanal, ou de cachaças Parati; as duas sorveterias que se rivalizam na preferência dos loucos por sorvetes. 

Ou as lojinhas das ruas da Lapa e do Comércio, que vendem artesanato de madeira e cerâmica, rendas e redes, moda criada por gente de lá ou trazidas de fora, objetos de decoração, lembrancinhas, bijoux, livrarias, e muito mais.

A Paraty da tetê

Depois de anos morando na França, onde desenvolveu seu gosto pela casa e pela culinária, Tetê Etruso, dona da estrela Pousada Casa Turquesa, a mais mais do pedaço, nos passou o texto que deixa para seus hóspedes, e a lista com suas dicas, que a HIGH divide com você aqui:

Meu Paraty…

“Mágico e bucólico. É assim que vejo Paraty. As ruas da cidade são calmas e, sem pressa, podemos observar cada detalhe de sua arquitetura. No final da tarde, é lindo assistir ao show das andorinhas sobre a cúpula da Igreja de Santa Rita ou acordar cedinho para ver a cidade despertando.

Igualmente, uma visita matinal ao cais de pesca para ver os pescadores chegarem com peixes fresquinhos, uma vantagem maravilhosa de morar aqui. 

Sempre me pego imaginando a cara dos portugueses, que, em 1502, pleno verão, entraram na baía da Ilha Grande e viram todo esse verde caindo em um mar também verde. Naquela época, ainda não existiam as casinhas de muro branco com suas portas e janelas coloridas e suas ruas de pé-de-moleque, o toque final do fascínio de Paraty. 

Mas Paraty não é só nosso lindo Centro Histórico. A cidade oferece outros prazeres: pegar um barco e sair para mergulhar em uma das enseadas de sua enorme e exuberante baía, tomar um banho em uma de suas inúmeras e cristalinas cachoeiras em um dia de calor, caminhar no final da tarde pela beira rio.

Além de remar de stand up na praia do Jabaquara, caminhar até a praia do Sono por uma trilha em meio a mata atlântica, alugar uma bike e sair por aí ou degustar uma deliciosa comida franca mineira em meio a Mata Atlântica! 

Paraty é isso tudo. Lugar de inúmeras possibilidades: história, mar, mata e inclusive, a de não fazer nada e só curtir nossa Casa Turquesa, sua casa em Paraty. Minhas dicas, abaixo, são pessoais e nem sempre vão agradar a todos os gostos, mas espero que possam ajudar vocês durante sua estadia conosco. Nossa recepção pode ajudá-los com todas as reservas!”

Assinatura de Tetê

 

 

Dicas: 

“Venha à Paraty sempre! Cada estação tem seu charme. Minha estação preferida é de abril a agosto. O clima é bem gostoso: seco, quentinho de dia e fresquinho a noite e a cidade é só sua! Mulheres: tragam sempre um tênis, havaianas e rasteirinhas… As ruas de pé de moleque não foram feitas para salto alto e muito menos a agulha!” 

Ainda segundo as dicas de Tetê, recomenda-se os seguintes passeios em Paraty de dia:

  • Faça um city tour caso contrário vai passar ao lado de detalhes e perder informações valiosas da história dessa joia que é Paraty; 
  • Passear de barco é IMPERDÍVEL. A paisagem é de tirar o fôlego. E nesses passeios as opções bacanas de restaurantes são poucas então o melhor é optar pelos mais simples, “pé na areia” e sem pretensões como o Quiosque São Francisco da Catarina, na Praia Grande, o Canto Caiçara e no Saco do Mamanguá, o bar do Dadico;
  • Outro programa muito gostoso (no sentido da palavra) é subir até o Le Gîte para um bom banho de cachoeira antes do almoço. Chegando lá, vá conhecer a Valéria e o Olivier, os dois chefs donos do local. 

Enquanto eles preparam aquela comida “franco-mineira” deliciosa, você fica se refrescando na cachoeira, o que no verão é um alívio! Jantar no Le Gite também é uma delícia. Caipirinha de pitanga, couvert da casa com pãezinhos “fait maison” e 2 patês divinos, ceviche – o melhor do mundo! – e ravióli de taioba. Uma das melhores gastronomias de Paraty

Varanda do Le Gíte, em Paraty
A deliciosa varanda do Le Gíte.
Crédito: Paraty.com.br/google
  • Para dias mais fresquinhos, visitar a Fazenda do Bananal é uma boa opção. Uma antiga fazenda colonial que foi totalmente restaurada e é agora um exemplo de métodos e técnicas de produção sustentáveis. O lugar oferece um restaurante com excelente culinária baseado em produtos locais e orgânicos;
  • E tem mais: passeios à cavalo, jipe tour, aulas de cerâmica, visita as comunidades caiçaras ou ao quilombo, observação de aves, caminhada com biólogo para conhecer as maravilhas que nossa floresta oferece como a diversidade de cogumelos;
  • Passar o dia em Cunha visitando os ateliers de cerâmicas pode ser um dia gostoso ou pode fazer isso antes de chegar ou na volta pra casa. São muitas opções mesmo! 
  • Sob liderança do chef Bertrand Materne, o restaurante da Fazenda Bananal oferece gastronomia de qualidade com produtos cultivados em seus sistemas de produção agroecológicos. 
Restaurante da Fazenda Bananal, em Paraty
Restaurante da Fazenda Bananal.
Crédito: fazendabananal.com.br
  • Margarida Café: outro bar e restaurante bonito e agradável com boa música ao vivo. De noite, com luzes intimistas, ambiente romântico, música ao vivo e muitas taças de vinho, o Margarida Café (Praça do Chafariz) recebe os visitantes ainda na entrada do Centro Histórico.
Margarida Café, em Paraty
Na esquerda, o charme do Margarida Café. Na direita, petiscos de camarão com queijo coalho.
Crédito: margaridagafe.com.br
  • O restaurante que Tetê mais frequenta e que é o queridinho dos frequentadores da cidade é uma cantina muito simples, mas que eu adoro. O italiano Punto di Vino. As pizzas e as massas são deliciosas. O spaguetti ao vôngole. Mas peça com bastante molhinho “como a Tetê gosta“. 
  • Os peixes e frutos do mar sempre fresquinhos e preparados na brasa e os carpaccios de peixe e polvo são divinos. A atmosfera do local é simples mas acolhedora, sempre tem gente conhecida, música boa… Cool! 
  • Uma cozinha caiçara sofisticada e muito bem elaborada é no Banana da Terra. A Chef Ana Bueno está sempre renovando o cardápio. Uma boa pedida é o menu degustação, assim você prova um pouquinho de tudo. O local tem uma adega que oferece boa variedade de vinhos. 
  • Em especial Tetê diz gostar muito dos pratos de peixe. Prove o hambúrguer de camarão de entrada, uma delícia. Um dos restaurantes mais procurados da cidade. Uma bela experiência gastronômica local num lugar de bastante identidade.
Na esquerda, fachada do Banana da Terra. Na direita, polvo ao vinho.
Crédito: blogportoimperial.com.br/google e originalmiles.com.br
  • Outra proposta caiçara o Refúgio é um clássico de Paraty e fica bem próximo à Casa Turquesa. Não deixe de provar o famoso camarão casadinho, típico de Paraty. Eles preparam isso particularmente bem. Lugar agradável para o almoço ou em noites de verão, pois tem uma área fora de onde se pode ver o porto. 
Iluminação teatral do Refúgio, em Paraty
Iluminação teatral do Refúgio.
Crédito: vaiparaty.com.br
  • O Pupu`s Peixe Panc é um lugar um pouco roots, mas a comida é excelente. Uma mistura asiática com a culinária caiçara, transformada em uma sofisticação de sabores. E fazem um sashimi incrível. 
  • O Quintal das Letras oferece uma excelente cozinha contemporânea brasileira num ambiente sofisticado e mobiliário de design moderno. Bacana. 
Quintal das Letras, dentro da Pousada Literária, em Paraty
Quintal das Letras, dentro da Pousada Literária.
Crédito: viagemeturismo.files.worldpress.com
  • Gosta de cozinhar? Que tal participar do jantar demonstrativo da mineira Yara Roberts? No Atelier de cozinha e outros prazeres ela escolhe uma região do Brasil, prepara um menu e faz um show. 

Além de você aprender a cozinhar os pratos do menu, ainda vai passar uma noite super gostosa. Mas reserve antes, pois o local é pequeno. Com um grupo de amigos pode ser uma boa pedida. Reserva e pagamento antecipado na recepção. 

Jantar demonstrativo da Yara, em Paraty
Jantar demonstrativo da Yara, da Academia de Cozinha.
Crédito: paratytours.com.br/google
  • O Gastromar da chef Gisela Schmitt é outra boa opção tanto para tomar um drink no simpático bar como para almoçar ou jantar. Ambiente de marina muito agradável.

 

Oportunidades

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